sexta-feira, 25 de junho de 2010

Into your gravity

   Me permiti escutar Gravity uma vez antes de tomar os impulsos de sair escrevendo o que a música me proporcionava.Me permiti,também,ler sua letra e ficar chocada por achar algo que descreva muito bem,sem ao menos saber,o que acho que sinto.Sim,acho,porque de uma hora para outra tudo pode mudar e aquilo que eu achava ser sentimento nunca passou de achismo meu.
  Engraçado como quando nos vemos frente a frente do que sentimos,do que passamos por um ponto de vista de outra pessoa que nos retrata estranhamente bem nossa primeira reação é chorar,por mais que eu não tenha chorado,quero dizer eu não me permiti chorar,essa era minha primeira reação.Chorar,chorar como se não houvesse amanhã ou fim.Depois de chorar nos permitimos tentar descobrir o que há de errado,o que nós estamos fazendo de errado e quando vemos o que está errado a solução nos parece impossível.Parece,mas será que é?
  Talvez no começo é como se tivessem tirando uma parte sua,mas depois você se acostuma com a solução do seu problema e,um dia,quem sabe?,esquecerá do problema.Problema,que problema?Existe algum problema?Só nunca diga nunca,nada é impossível se você tentar com todas as forças de seu ser,mesmo.

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